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O ambiente na Europa : estado e perspetivas 2015 : relatório síntese





 

Campo Valor
Formato Monografia
N.º Sistema 000065399
Autor LinkUnião Europeia. Agência Europeia do Ambiente
Título LinkO ambiente na Europa : estado e perspetivas 2015 : relatório síntese / Agência Europeia do Ambiente
Texto Integral
URL
Língua português
País União Europeia
Local LinkLuxemburgo
Editor LinkServiço das Publicações da União Europeia
Ano 2015
Descrição 203 p : il. color ; 21 cm
Colecção LinkResponsabilidade Social
Tipo de Documento LinkMonografia LinkDocumento eletrónico
Resumo "A União Europeia tem vindo a demonstrar liderança em matéria ambiental desde há quarenta anos. Este relatório sintetiza a informação resultante de quatro décadas de implementação de uma ambiciosa e bem definida agenda política da UE. Representa o culminar dos conhecimentos disponíveis na AEA e na sua rede, a Eionet. As conclusões gerais apontam para um sucesso na redução das pressões sobre o ambiente. Estes resultados são especialmente notáveis quando vistos no contexto das amplas alterações das condições europeias e globais ao longo das últimas décadas. Sem uma forte agenda política, o grande crescimento da economia ao longo deste período teria resultado em impactes muito superiores sobre os ecossistemas e a saúde humana. A UE demonstrou que políticas bem concebidas e vinculativas funcionam e proporcionam enormes benefícios.
No 7º Programa de Ação em matéria de Ambiente, "Viver bem, dentro dos limites do nosso planeta", a UE formula uma visão atraente do futuro at é 2050: uma sociedade de baixo carbono, uma economia verde, circular, e ecossistemas resilientes, como base para o bem-estar dos cidadãos. Contudo, olhando para o futuro, este relatório, tal como o seu antecessor de 2010, sublinha os principais desafios ligados à insustentabilidade dos sistemas de produção e consumo e aos seus impactes de longo prazo, muitas vezes complexos e cumulativos, sobre os ecossistemas e a saúde das pessoas. Além disso, a globalização liga os europeus ao resto do mundo através de uma série de sistemas que permitem um fluxo, nos dois sentidos, de pessoas, capitais, materiais e ideias. Isto trouxe-nos muitos benefícios, bem como preocupações sobre os impactes ambientais da nossa economia linear de aquisição-utilização-eliminação, a nossa dependência insustentável de muitos recursos naturais, uma pegada ecológica que excede a capacidade do planeta, impactes ambientais externos nos países mais pobres e distribuição desigual dos benefícios socioecológicos da globalização da economia. Alcançar a visão UE 2050 continua a estar longe de ser evidente. Na verdade, a própria ideia do que significa viver dentro dos limites planetários é algo que temos grande dificuldade em interiorizar.
O que é claro, porém, é que transformar sistemas chave como os transportes, a energia, a habitação e a alimentação é algo fundamental nas soluções de longo prazo. Precisaremos de encontrar formas de os tornar fundamentalmente sustentáveis, reduzindo as emissões de carbono, tornando-os mais eficientes em termos de recursos e tornando-os compatíveis com a resiliência dos ecossistemas. Igualmente relevante é o redesenhar dos sistemas que orientaram estes sistemas de aprovisionamento e criaram constrangimentos insustentáveis: financeiro, fiscal, de saúde, legal e educativo. A UE está a liderar através de políticas como o 7º Programa de Ação em matéria de Ambiente, o pacote Clima e Energia 2030, a estratégia Europa 2020 e o programa de investigação e inovação Horizonte 2020. Estas e outras políticas partilham objetivos semelhantes e, de formas diferentes, procuram equilibrar as considerações sociais, económicas e ambientais. Implementá-las e fortalecê-las com inteligência pode ajudar a expandir as fronteiras científicas e tecnológicas da Europa, criar emprego e melhorar a competitividade, enquanto abordagens comuns à resolução de problemas partilhados faz todo o sentido do ponto de vista económico.
Como agente de conhecimento, a AEA e os seus parceiros respondem a estes desafios concebendo uma nova agenda de conhecimento que liga o apoio à implementação de políticas a uma compreensão cada vez melhor de como se podem alcançar objetivos mais sistémicos de longo prazo. Esta é orientada por inovações que suscitam um pensamento mais “fora da caixa”, facilitam a partilha e integração de informação e fornecem novos indicadores que permitem aos decisores políticos comparar o desempenho económico, social e ambiental. Por último, mas não menos importante, a prospetiva e outros métodos serão cada vez mais utilizados para informar os caminhos para 2050. As oportunidades e os desafios são igualmente enormes. Exigem, de todos nós, comunhão de propósitos, compromissos, esforços, ética e investimentos. A partir de 2015, temos 35 anos para garantir que as crianças que nascem hoje viverão num planeta sustentável em 2050. Pode parecer um futuro distante, mas muitas das decisões que tomamos hoje decidirão se e como vamos cumprir este projeto societário. Espero que o conteúdo do SOER 2015 dê apoio a toda as pessoas que procuram provas, compreensão e motivação." [editor]
Índice Prefácio
Sumário executivo
Parte 1 Enquadramento
1 O contexto em mudança da política ambiental europeia
1.1 A política ambiental europeia tem como meta viver bem, dentro dos limites do planeta
1.2 Ao longo dos últimos 40 anos, as políticas ambientais da Europa tiveram um sucesso notável
1.3 A nossa compreensão da natureza sistémica de muitos desafios ambientais evoluiu
1.4 As ambições de política ambiental destinam-se ao curto, médio e longo prazo
1.5 O SOER 2015 fornece uma avaliação do estado e perspetivas do ambiente na Europa
2 O ambiente europeu numa perspetiva mais ampla
2.1 Muitos dos desafios ambientais de hoje têm caráter sistémico
2.2 As tendências pesadas globais afetam as perspetivas para o ambiente europeu
2.3 Os padrões de consumo e de produção europeus têm
impacte tanto no ambiente europeu, como globalmente
2.4 As atividades humanas afetam dinâmicas de ecossistemas vitais em múltiplas escalas
2.5 O uso excessivo de recursos naturais compromete o espaço de operação seguro da humanidade
Parte 2 Avaliação das tendências europeias
3 Proteger, conservar e melhorar o capital natural
3.1 O capital natural está na base da economia, da sociedade e do bem-estar humano
3.2 A política europeia tem por objetivo proteger, conservar e melhorar o capital natural
3.3 O declínio da biodiversidade e a degradação de ecossistemas reduz a resiliência
3.4 As alterações e intensificação do uso do solo ameaçam os serviços ecossistémicos do solo e levam à perda de biodiversidade
3.5 A Europa está longe de atingir os objetivos de políticas da água e de ter ecossistemas aquáticos saudáveis
3.6 A qualidade da água melhorou, mas a carga de nutrientes das massas de água continua a ser um problema
3.7 Apesar dos cortes nas emissões atmosféricas, os ecossistemas ainda sofrem com a eutrofização, a acidificação e o ozono
3.8 A biodiversidade marinha e costeira está a diminuir, pondo
em perigo serviços ecossistémicos cada vez mais necessários
3.9 Os impactes das alterações climáticas nos ecossistemas e na sociedade exigem medidas de adaptação
3.10 A gestão integrada de capital natural pode aumentar a resiliência ambiental, económica e social
4 Eficiência de recursos e economia de baixo carbono
4.1 A eficiência acrescida dos recursos é essencial para o progresso socioeconómico continuado
4.2 A eficiência de recursos e a redução das emissões de gases com efeito de estufa são prioridades políticas estratégicas
4.3 Apesar de um uso mais eficiente dos materiais, o consumo europeu continua muito intensivo em recursos
4.4 A gestão de resíduos está a melhorar, mas a Europa continua longe de uma economia circular
4.5 A transição para uma sociedade de baixo carbono requer maiores cortes nas emissões de gases com efeito de estufa 4.6 Reduzir a dependência de combustíveis fósseis reduziria as emissões nocivas e aumentaria a segurança energética
4.7 A procura crescente de transportes afeta o ambiente e a saúde humana
4.8 As emissões de poluentes industriais desceram, mas continuam a causar danos consideráveis todos os anos
4.9 Reduzir a escassez de água exige eficiência melhorada e gestão da procura de água
4.10 O ordenamento do território influencia fortemente os benefícios que os europeus retiram dos recursos terrestres
4.11 É necessária uma perspetiva integrada sobre o sistema de produção-consumo
5 Proteger a saúde humana dos riscos ambientais
5.1 Um ambiente saudável é crítico para o bem-estar humano
5.2 A política europeia assume uma perspetiva mais ampla sobre o ambiente, a saúde e o bem-estar humanos
5.3 As alterações ambientais, demográficas e de estilo de vida contribuem para os principais desafios na saúde
5.4 A disponibilidade de água melhorou de forma geral, mas a poluição e a escassez continuam a causar problemas de saúde
5.5 A qualidade do ar ambiente melhorou, mas muitos cidadãos continuam expostos a poluentes perigosos
5.6 A exposição ao ruído é uma grande preocupação nas áreas urbanas
5.7 Os sistemas urbanos são relativamente eficientes no uso de recursos, mas também criam múltiplos padrões de exposição
5.8 Impactes das alterações climáticas requerem adaptação em diferentes escalas
5.9 A gestão de riscos precisa de ser adaptada às questões emergentes do ambiente e da saúde
Parte3 Olhando para o futuro
6 Compreender os desafios sistémicos que a Europa enfrenta
6.1 Os progressos na realização das metas para 2020 são desiguais e as visões e objetivos para 2050 exigirão novos esforços
6.2 A realização das visões e dos objetivos de longo prazo exige uma reflexão sobre os conhecimentos e os enquadramentos políticos prevalecentes
6.3 A satisfação das necessidades básicas de recursos da humanidade exige abordagens de gestão integradas e coerentes
6.4 Os sistemas globalizados de produção e consumo colocam desafios políticos importantes
6.5 O quadro político geral da UE é uma boa base para uma resposta integrada, mas importa passar das palavras aos atos
7 Responder a desafios sistémicos: da visão à transição
7.1 Viver bem dentro dos limites do nosso planeta exige uma transição para uma economia verde
7.2 A adaptação das abordagens políticas disponíveis pode ajudar a Europa a cumprir a sua visão para 2050
7.3 As inovações de governança podem ajudar a explorar as ligações entre abordagens políticas
7.4 Os investimentos do presente são essenciais para realizar as transições de longo prazo
7.5 A expansão da base de conhecimento é uma condição
prévia para gerir as transições de longo prazo
7.6 De visões e ambições a vias de transição credíveis e exequíveis
Parte 4 Referências e bibliografia
Nomes dos países e agrupamentos de países
Lista de figuras, mapas e quadros
Classif.Temática Link5206 política ambiental eurovoc
Assunto Linkpolítica do ambiente da UE
Linkvigilância do ambiente
Linkqualidade do ambiente
Linkecossistema
Linkproteção do ambiente
Linkconservação dos recursos
Linkbiodiversidade
Linkalteração climática
ISBN 978-92-9213-562-1
Cota CIEJD MO5206/507 LIVRO Informação sobre a biblioteca CIEJD
Existências Ano - 2015
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