| Resumo | "As novas ondas de nacionalismos na Europa Central e de Leste (ECL) contribuíram para aumentar o conflito entre as maiorias governamentais e as instituições da UE. Pela primeira vez desde 1989, alguns líderes da ECL rejeitaram as alegações da Comissão Europeia e do Parlamento Europeu e recusaram agir em conformidade, apresentando um discurso ideológico de «resistência». As objeções levantadas dizem respeito não só à validade das posições tomadas pela ue sobre a qualidade das suas democracias, mas também aos próprios valores europeus. O artigo argumenta que, apesar das significativas diferenças entre os «novos nacionalismos» da Polónia e da Roménia, ambos os governos convergem na arena europeia através da adoção de um discurso soberanista e ao questionar as interpretações comuns dos valores fundamentais europeus." [editor] |
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